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terça-feira, fevereiro 12, 2013
sábado, janeiro 06, 2007
Finalmente o Inverno chegou...
Estação mais fria
Que tudo faz gelar
É este o inverno
Que acabou de chegar
Nuns sítios cai neve
Noutros neve não há
Mas pelo frio sabemos
Que o inverno já cá está!
História: “A formiga trabalhadora”
Narrador: Certa manhã, o céu ficou coberto de nuvens e delas começaram a cair umas bolinhas brancas, era neve!
As montanhas ficaram brancas, estava tanto frio que nem se podia andar na rua.
O vento corria que nem um louco, vergando as árvores nuas, já não tinham as folhinhas para as proteger do frio!
A formiguinha trabalhadora, como habitual, foi buscar uma semente para o seu celeiro de Inverno, mas hoje foi apanhada pelo nevão e o seu pezinho ficou preso na neve. Muito aflita ela pediu á neve:
Formiga: Ó neve, tu és tão forte que o meu pé prende!
Neve: Mais forte que eu é o sol que me derrete!
Narrador: Respondeu a neve!
- Disse a formiga, virando-se para o sol:
Formiga: Óh sol, tu és tão forte que derretes a neve, que o meu pé prende!
Sol: Mais forte do que eu é a nuvem que me tapa!
Narrador: Respondeu o sol.
Formiga: Óh nuvem, tu és tão forte que tapas o sol, que derrete a neve, que o meu pé prende!
Nuvem: Mais forte que eu é o vento eu me empurra!
Formiga: Óh vento, tu és tão forte que empurras a nuvem, que tapa o sol, que derrete a neve, que o meu pé prende!
Vento: Mais forte que eu é a parede que não me deixa passar!
Formiga: Óh parede, tu és tão forte que não deixas passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o sol, que derrete a neve, que o meu pé prende!
Parede: Mais forte do que eu é o rato que me fura!
Formiga: Óh rato, tu és tão forte que furas a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem que tapa o sol, que derrete a neve, que o meu pé prende!
Rato: Mais forte que eu é o gato que me come!
Formiga: Óh gato, tu és tão forte que comes o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o sol, que derrete a neve, que o meu pé prende!
Gato: Mais forte que eu é a mulher que me trata!
Formiga: Óh mulher, tu és tão forte, que tratas do gato, que come o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Narrador: Então a mulher retirou cuidadosamente a patinha da formiga da neve e, assim ela pôde ir para casa!
“O Boneco de Neve”
Chapéu de palha
Nariz de cenoura
Olhos de azeitona
Braços de vassoura
A cabeça é uma bola
Branca e leve
No meio da praça
Parece uma estátua
O boneco de neve.
Nariz de cenoura
Olhos de azeitona
Braços de vassoura
A cabeça é uma bola
Branca e leve
No meio da praça
Parece uma estátua
O boneco de neve.
quinta-feira, outubro 26, 2006
Poema “O Boneco de Neve”
Chapéu de palha
Nariz de cenoura
Olhos de azeitona
Braços de vassoura
A cabeça é uma bola
Branca e leve
No meio da praça
Parece uma estátua
O boneco de neve.
Nariz de cenoura
Olhos de azeitona
Braços de vassoura
A cabeça é uma bola
Branca e leve
No meio da praça
Parece uma estátua
O boneco de neve.
quinta-feira, outubro 19, 2006
SENHOR INVERNO
Hoje eu vou contar
Que alguém nos visitará
E muito frio nos trará.
Sabem dizer quem será?
É o Inverno sim senhor,
Tem uma cara de bola
Todo vestido de Branco
Traz um gorro na tola.
Usa luvas coloridas
E umas botas de cordões,
Traz umas calças de lã
E um casacão com botões
Vem com as algibeiras cheias
De neve, e muito frio,
Que reparte pelos campos,
Pelas cidades e pelos rios.
Que alguém nos visitará
E muito frio nos trará.
Sabem dizer quem será?
É o Inverno sim senhor,
Tem uma cara de bola
Todo vestido de Branco
Traz um gorro na tola.
Usa luvas coloridas
E umas botas de cordões,
Traz umas calças de lã
E um casacão com botões
Vem com as algibeiras cheias
De neve, e muito frio,
Que reparte pelos campos,
Pelas cidades e pelos rios.
Chove, chove, ping, ping
Chove, chove,
Ping... Ping...
Chove chuva sem parar.
Chove, chove,
Ping... Ping...
E o menino sem brincar.
Chove, chove,
Ping... Ping...
Correm os rios para o mar.
Chove, chove,
Ping... Ping...
Estão os barcos a navegar.
Chove, chove,
Ping... Ping...
Andam chapéus pelo ar.
Chove, chove,
Ping... Ping...
Gosto de estar a olhar
A chuva a cair,
O vento a soprar,
E eu aqui sozinho
Sem poder brincar.
Carlos Filipe (8 anos)
quarta-feira, outubro 18, 2006
É INVERNO
Bate, bate levemente
Como quem chama por mim
Será chuva, será gente
Chuva não é certamente
Porque a chuva não bate assim.
Fevereiro matou a mãe no soalheiro.
Os dias de Janeiro
Aumenta uma hora por inteiro
Se bem cantar
Hora e meia, lhe há-de-encontrar
Casacos, cachecóis e gorros
São um inferno
Mas nesta altura do ano
É o melhor para o Inverno.
O Inverno é frio a valer
Pois faça sol ou chuva
Temos que nos aquecer.
Janeiro, frio ou temperado, não deixa de ir enroupado.
Calças brancas, em Janeiro, é sinal que falta dinheiro.
No Inverno a Natureza
Parece que adormeceu
Os sons são de vento, chuva,
Granizo a cair do céu.
A neve cai levemente
Não se ouve ao cair
É assim que a natureza
Nos ensina a distinguir…
O barulho e o ruído
Diferem do que é som
E de sons que se faz música
Os outros são confusão.
Como quem chama por mim
Será chuva, será gente
Chuva não é certamente
Porque a chuva não bate assim.
Fevereiro matou a mãe no soalheiro.
Os dias de Janeiro
Aumenta uma hora por inteiro
Se bem cantar
Hora e meia, lhe há-de-encontrar
Casacos, cachecóis e gorros
São um inferno
Mas nesta altura do ano
É o melhor para o Inverno.
O Inverno é frio a valer
Pois faça sol ou chuva
Temos que nos aquecer.
Janeiro, frio ou temperado, não deixa de ir enroupado.
Calças brancas, em Janeiro, é sinal que falta dinheiro.
No Inverno a Natureza
Parece que adormeceu
Os sons são de vento, chuva,
Granizo a cair do céu.
A neve cai levemente
Não se ouve ao cair
É assim que a natureza
Nos ensina a distinguir…
O barulho e o ruído
Diferem do que é som
E de sons que se faz música
Os outros são confusão.
Velho
Velho, velho, velho, chegou o Inverno
Velho, velho, velho, chegou o Inverno
Vem de sobretudo
Vem de cachecol
O chão onde passa
Parece um lençol
Com medo do frio
Encosta-se a nós
Bebe café quente
Senão perde a voz
Esqueceu as luvas
Perto do fogão
Quando as procurou
Roubara-as o cão
Vem de sobretudo
Vem de cachecol
O chão onde passa
Parece um lençol
Com medo do frio
Encosta-se a nós
Bebe café quente
Senão perde a voz
Esqueceu as luvas
Perto do fogão
Quando as procurou
Roubara-as o cão
TEATRO - A formiga e a neve
Certo dia, a formiguinha trabalhadora, quando ia buscar uma semente para o seu celeiro de Inverno, foi apanhada por um nevão e o seu pezinho ficou preso na neve. Muito aflita, ela pediu à neve:
- Ó neve, tu és tão forte que o meu pé prendes!
- Mais forte do que eu é o Sol que me derrete! - respondeu a neve.
Disse a formiga, virando-se para o Sol:
- Ó Sol, tu és tão forte que derretes a neve, que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é a nuvem que me tapa! - respondeu o Sol.
- Ó nuvem, tu és tão forte que tapas o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é o vento que me empurra!
- Ó vento, tu és tão forte que empurras a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é a parede que não me deixa passar!
- Ó parede, tu és tão forte que não deixas passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é o rato que me fura!
- Ó rato, tu és tão forte que furas a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é o gato que me come!
- Ó gato, tu és tão forte que comes o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
- Mais forte do que eu é a mulher que me trata.
- Ó mulher, tu és tão forte que tratas do gato, que come o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!
Então a mulher retirou cuidadosamente a patinha da formiga da neve e, assim, ela pôde ir para casa.
Canção da Chuva
Bate a chuva, tic...tic...
Nas vidraças da janela.
Canta a chuva, tic...tic...
Que linda canção aquela!
Tic...tic...tic...tic...
Que linda canção aquela
De meninas ao despique:
- Qual de nós será mais bela?
Meninas a fazer meia
Com as nuvens de novelo,
Nenhuma delas é feia!
Tic...tic...tic...tic...
Tenho um medo que me pelo,
Que alguma delas me pique.
António de Sousa, in Boletim Cultural
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